sexta-feira, 25 de março de 2011

RESENHA DESCRITIVA CRÍTICA



VERÍSSIMO, Luís Fernando.  As Mentiras que os Homens Contam Rio de Janeiro: Ed. Objetiva, 2001.
(Crônica: A Verdade, pag.125)

“AS Mentiras que  as Verdades Contam”
                                                                                                                                                   Autor e Obra
          Luís Fernando Veríssimo: jornalista, cronista, cartunista e roteirista, é um dos mais populares escritores brasileiros da contemporaneidade. Nasceu em Porto Alegre em 1936, onde mora até hoje. Gosta de viajar e usa com maestria a arte da observação a favor de suas obras. De humor refinado, aliado a uma visão crítica traduz com simplicidade e inteligência o cotidiano brasileiro em suas inúmeras obras, que são de leitura fácil e entendimento rápido, visto que  o assunto principal  é sempre a vida com  suas  vicissitudes.No livro As Mentiras que os Homens Contam,Veríssimo  traz as facetas que envolvem  as mentiras contadas pelos homens, quando e porquê as contam, justificando  ou  multifacetando   uma  verdade milenar a saber:   a verdade sempre aparece.Na  crônica : A Verdade,   ele mostra como uma mentira pode  tornar-se uma verdade poderosa, capaz de levar pessoas à ações e julgamentos, culminando muitas  das  vezes com a “morte”.

                                                                                                                                          Pontos Principais

       No bojo da crônica, a verdade é uma mentira contada por certa donzela, que ao perder seu anel de diamantes em um riacho, com medo de ser castigada, diz para seu pai e irmãos que havia sido roubada por um homem que lhe tirara o anel e a deixara desfalecida no bosque, por que mentir quando podia dizer a verdade?  Imediatamente, pai e filhos saem a procura do suposto ladrão,  e encontrando um homem dormindo no bosque, matam-no, sem perguntas prévias ou investigação a cerca do caso. A posteriore é constatado não haver anel com o mesmo e a donzela em apuros se vê obrigada a mentir mais uma vez, acusando um segundo homem que morre da mesma forma que o primeiro sem julgamento ou direito a defesa, o que deixa bem claro o poder da mentira sempre vitoriosa, não por ser criativa, mas pela falta de inteligência do seu pai e irmãos, incapazes de analisar justamente a  situação.Assim acontece na vida real,muitas vezes por causa de uma mentira nos é usurpado o direito de defesa, o direito a vida,o direito aos sonhos, simplesmente por   soberba dos que se  julgam capazes de julgar o que  seja verdade.
    Com o segundo homem morto e, o não aparecimento do anel, a donzela se vê obrigada a mentir mais uma vez e cria um terceiro assaltante, desta feita, seu pai e irmãos não matam o homem, um pescador, que é encontrado no bosque com o anel da donzela no bolso. Diz o ditado: de tanto mentir, o mentiroso passa a acreditar na mentira que conta. Neste caso a donzela é auxiliada pelo que se pode chamar de coincidência temporal, acontecimento em que ficção e realidade se chocam em determinado momento fazendo prevalecer ou um ou outro sem interferência dos agentes criadores, no caso citado, a própria donzela, que se espanta ao ver seu anel com o pescador, preso e levado a julgamento sendo condenado à morte por enforcamento. O pescador nesse momento usa de ousadia e inteligência e acusa a donzela de ser leviana, fazendo crer aos aldeões que a mesma era impudica e desonrada. No “Górgia, Platão declara que:” “a sua arte, a arte da oratória, produz a persuasão que nos move a crer sem saber...” mais ou menos como no jornalismo moderno onde nem sempre a verdade dos fatos é levada em conta, somente o sensacionalismo de que é revestido num determinado fato tornado notícia.  Assim agiu o pescador, sabendo que a honra de uma mulher valia uma vida naquela sociedade, baseou sua mentira na crença e no senso comum dos aldeões para que ele fosse libertado e, sua algoz condenada. Porém antes de morrer a donzela  diz para o pescador que a mentira dele era maior que a dela, e que assim como matavam motivados por ela,agora matavam  por  ele e pergunta onde esta  a verdade no final.”  A verdade jaz num abismo”, segundo  o filósofo grego  Demócrito da corrente eleática (cerca de460 - 370 a.C).  No que se refere a isso o pescador sem muito interesse responde que encontrara o anel na barriga de um peixe. Mas quem iria acreditar?   Eis o abismo de Demócrito.
         Em nosso cotidiano muitas vezes somos “obrigados” a agir como o pescador, mentir para nos livrarmos das mortes sociais e emocionais que algumas situações nos impõem. Ora para manter um emprego, ora para não perder um amigo ou um grande amor, ora para livrar aqueles a quem amamos de algo, acabamos transformando a mentira em válvula de escape, para não sermos “julgados e condenados” por uma sociedade onde a maior verdade é que tudo é uma grande mentira.  Exemplo disso é a política brasileira que não precisa de comentário visto que tudo acontece de forma muito explícita e, ainda há quem diga que vivemos em uma democracia. Empresas falseiam balanços, caso como o do Banco Pan- Americano onde o seu principal acionista, também dono da emissora SBT (Sistema Brasileiro de Televisão), Silvio Santos, foi lesado por seu próprio sobrinho em um desfalque milionário. A mídia endeusa semi-analfabetos como o jogador Neymar, um mau exemplo dentro do futebol brasileiro para nossos jovens que já teve outros semi-analfabetos deuses, mas que pelo menos eram carismáticos e supostamente educados no trato profissional; a mídia também cria e destrói heróis como no caso do Sociólogo Betinho e  nos  desastres ambientais que assolam o país, e no final  acaba tudo “bem”, todos ilesos e absolvidos.Como afirma Elis Regina na canção Como Nossos Pais, ”nossos  ídolos, ainda são os mesmos, e as aparências não enganam mais”. A letra fala de mudanças, mas as mentiras que as verdades contam são outras, por isso é preciso ser ousado e inteligente como o pescador, para que possamos reverter esse quadro de mentiras revelando a verdade sem hipocrisia. Quem acreditaria realmente, na aldeia, que o pescador havia encontrado o anel na barriga do peixe?  Provavelmente, ninguém.

                                                                                                                                                Análise Crítica

          Em que consiste “uma verdade” ou a verdade? Para a corrente filosófica sofista a verdade nada mais é, do que aquilo em que o ser humano acredita desde que persuadido a acreditar. Para Sócrates (469-399 a.C) filósofo grego que pregava o pensamento livre, a verdade estava dentro de cada homem que deveria buscá-la como a uma religião. Para Cristo a verdade é vida. Já para Veríssimo na crônica, a verdade é a mentira vista com naturalidade e aceitação na sociedade de hoje, tornando-se objeto de uso contínuo e indefinido. Assumir certas mentiras pode evitar desastres irreparáveis na vida de pessoas inocentes, mantê-las , ao contrário ,pode trazer conseqüências devastadoras, dependendo do tamanho da mentira para quem se conta e para quê fim a usamos. Não concordamos com a mentira visto que suas conseqüências são sempre funestas, não defendemos a mentira apesar de fazermos uso dela vez por outra no nosso cotidiano. Lutamos pela verdade! Sim, dentro do realismo do cotidiano afetado por uma vasta rede de informações que tende a manipular opiniões e, agregar valores condicionados tanto para o bem quanto para o mal, um bom exemplo disso é a lei da menoridade no Brasil, onde um menor não pode ser preso ao cometer um delito, mas pode escolher um presidente. Partindo da idéia de que nos dois casos ele usa a “consciência” para a tomada da decisão, onde cabe então a verdade? No tocante a sua incapacidade por causa da idade? Via de regra acreditamos que quem diz não mentir, já está mentindo, já mentiu ou mentirá algum dia.  Pedro negou a Cristo três vezes, assumindo depois para o próprio Cristo, que poderia ser preso se dissesse a verdade, e Cristo o perdoou. O diferencial de toda e qualquer mentira é sempre o motivo que leva a crer  numa verdade, ou na verdade. Coincidentemente, Pedro e o pescador tinham a mesma profissão e mentiram para se salvar.


Graduandos do curso Tecnológicos de Recursos Humanos: Alcinéia Gonçalves, Andreza Goes, Conceição Galvão, Deyse Castro e Valéria Silva.

RESENHA DESCRITIVA CRÍTICA





PONTES, Cleto Brasileiro. Hospital Psiquiátrico, Seis Séculos de História. Fortaleza: Edições Demócrito Rocha, 2006.

“Loucura, Desculpa para o Descaso e a Prisão.”

O psiquiatra Cleto Brasileiro Pontes, professor da Faculdade de Medicina (Universidade Federal do Ceará), doutor em Sociologia e pós-doutorado em Psiquiatria (França), no livro Hospital Psiquiátrico- Seis Séculos de História, faz um esquadrinhamento das instituições psiquiátricas através dos tempos, como e porque surgiram essas instituições, e qual sua verdadeira finalidade. Em 13 capítulos incluindo a introdução, Cleto viaja através da história destacando fatos e acontecimentos que convergiram para a fundação das instituições asilares no ocidente, desde a Espanha, até chegar ao Ceará. No décimo terceiro capítulo que trata da criação dos asilos cearenses, Cleto teve como colaborador nas pesquisas de campo o professor Odailson Silva, psicólogo e formado em História pela Universidade Estadual do Ceará.


Na Espanha, o primeiro hospital psiquiátrico ocidental foi criado em 1409, pelo Frei Juan Gilberto Jofre. Motivos políticos, como a reconquista pela Espanha de seus territórios, e a necessidade de fazer prevalecer os dogmas cristãos para o povo, tornaram na Espanha a idéia dos asilos inovadora, o assistencialismo predominava, visto que a igreja era mantenedora principal dessas instituições, e o tratamento aplicado aos desajustados mentais, era moral (baseado na religião) e físico (baseados em castigos corpóreos).
A história dos hospitais psiquiátricos no mundo é turbulenta, países como Portugal, França, Inglaterra e Alemanha, esta última pioneira da psiquiatria humanitária, tiveram seus estudos sobre psiquiatria podados pelo assistencialismo religioso, por questões políticas e interesses pessoais que se sobrepunham a cientificidade. A história com suas nuances mostra que os hospitais psiquiátricos desde a sua criação servem a um único objetivo, tirar de circulação pessoas com desequilíbrio mental e/ou desajustados sociais para a limpeza da sociedade, e isso não é e nunca foi uma questão de saúde, mas de natureza organizacional. Política e religião agiam como catalisadores da verdade, difundindo uma cultura de aprisionamento e reclusão para os ditos loucos da época, onde lhes era dado só o mínimo para uma subsistência, que chegava a ser cruel e desumana. Uma prova disso é a fundação do primeiro hospital psiquiátrico brasileiro,em 1852,na capital do império, Rio de Janeiro, para onde foram levados os prisioneiros, aqueles que viviam nas ruas e alguns pacientes tratados na Santa Casa de Misericórdia, o que se pode constatar que a criação desses hospitais não era bem de “hospitais”, mas de uma cadeia pública com assistência hospitalar.
 No Ceará, o primeiro hospital do estado é construído na Serra Grande, uma espécie de pousada, que acolhia aos missionários. Evitar o contato desses missionários com os povos indígenas e a miscigenação das raças, fazia parte da intenção hospitalar tão bem aplicada em termos religiosos. Já o primeiro hospital de Fortaleza funcionava em  um paiol  de pólvora desativado do Forte Nossa Senhora da Assunção. A Santa Casa de Misericórdia quando da sua fundação, funcionava como Liceu, atendendo a vontade  dos ricos da época, e só depois de duas epidemias de cólera no século XIX, é que os pobres e infelizes passaram a ser atendidos  na  Santa Casa , que passou a ser de Misericórdia.


No ano de 1877, uma grande seca assola o Ceará, mais de mil mortos são contabilizados por dia. Nesse mesmo ano é lançada a pedra fundamental do Asilo dos Alienados, na localidade indígena chamada de Arronches. Aqui ao contrário do que houvera no resto do mundo, a loucura simboliza o progresso, muito embora o poder público e a medicina local, não soubessem como tratar seus loucos. Por muito pouco, a construção que seria o monumento ao progresso em Fortaleza, não se transforma em abrigo para flagelados e graças a um surto psicótico de um soldado de guarda, a idéia de hegemonia existente nos alencarinos, e a influência da psiquiatria francesa, isso não acontece, e em 1º de Março de 1886, é inaugurado o Asilo dos Alienados, depois denominado Hospital São Vicente de Paulo. Quando da inauguração, o asilo contava com 15 internos, mas no final do século XIX, chegou a comportar 3.000 internos, que na sua maioria era de pobres, pedintes e prostitutas, confirmando assim a idéia de que os asilos eram na verdade uma forma “diplomática” e legal de tirar do meio da sociedade, pessoas que não se encaixavam nos ditames da época, a era da limpeza, o culto ao belo e perfeito.


Partindo da idéia de que um hospital psiquiátrico é uma instituição de saúde, o que se pode observar através da história, como mostra Cleto Brasileiro Pontes em seu livro, é que houve um grande desvio ideológico desde a criação dessas instituições para acolher doentes mentais. A saúde no ambiente asilar era o que menos importava desde que a sociedade ficasse livre do inconviniente de ter um agitado ou louco a solta.
Os hospitais psiquiátricos através do tempo acabavam se transformando em masmorras, onde a sujeira de uma sociedade era jogada para apodrecer. A saúde que ali devia se encontrar se transformava em doença para a alma e o corpo do interno.
A loucura desde o primórdio dos tempos é desculpa para o descaso  e o encarceramento de seres menos favorecidos.O assistencialismo  religioso  que marcou  o  surgimento das instituições  asilares,  foi substituído pelo assistencialismo caritativo com fins lucrativos e sociais, visto que o maior problema que assola  a sociedade hoje, são os psicotrópicos, geradores dos loucos da atualidade.As casas de recuperação  de drogados, hoje não passam de instituições asilares modernas ,onde  o estado  e a família  jogam os loucos modernos, na sua grande maioria  jovens viciados( pobres e ricos) infratores da lei, no sentido da cura  e ressocialização,  coisa que dificilmente acontece, haja  vista que esses ambientes  são viciados e corruptos.


Graduando do Curso Tecnológico de Recursos Humanos, Antonia Conceição Galvão de Lima.

Comportamento Organizacional


Histórico

    A história do Comportamento Organizacional tem seu início entre os meados dos séculos XVIII e XIX com o acontecimento da revolução industrial e, o aumento da necessidade de mão de obra qualificada que exigia dos gerentes uma nova abordagem no trato com os colaboradores nas organizações.
    O Comportamento Organizacional deriva basicamente das pesquisas de administração e de suas abordagens, as mais importantes foram: administração científica, abordagem das relações humanas e abordagem dos sistemas abertos. Todas essas abordagens traziam em se  o fundamento de que o homem,  um ser condicionado respondia aos estímulos do ambiente e, consequentemente  do sistema no ambiente empregado, levando em conta ou não a satisfação do colaborador.

Definição
    Comportamento organizacional é um campo de estudo que ajuda a prever, explicar e compreender o comportamento dos indivíduos dentro das organizações.
De modo particular investiga as questões relacionadas com liderança e poder, estrutura e processo de grupo, aprendizagem, percepção, atitude, processos de mudanças, conflito e dimensionamento de trabalho entre outros temas que afetam os indivíduos e as equipes nas organizações.
   Tendo em vista que o ser humano é um ser complexo e que a abordagem do Comportamento Organizacional leva em conta uma estrutura contingencial considerando  variáveis situacionais para atender as relações de causa e efeito, assim são examinadas essas mesmas variáveis e relacionadas com o ambiente, tecnologia , personalidade e a cultura do indivíduo nas organizações.
 Por Alcinéia.
Gerentes nas Organizações, Percepções e Atitudes
   Hoje as organizações atuais exigem dos seus gerentes muito mais que a habilidade do comando, exige uma postura polivalente onde o conhecimento da área a ser gerenciada e o lado humano contido na mesma seja dimensionado, observado e, levado em conta nas tomadas de decisão. Esse perfil exige percepção e atitude. *¹ Aqueles gerentes que não conseguem corresponder às necessidades internas e externas de uma organização são considerados ultrapassados e obsoletos.
    O campo da percepção exige do gerente controle emocional e a visão holística aguçada. São as emoções e a inteligência que possibilitam a compreensão, embora muitas vezes os fatores culturais e organizacionais de uma organização limitem as tomadas de decisões baseadas num todo. Um gerente com problemas de relacionamentos tem dificuldade em perceber os outros e o mundo a sua volta limitando seu campo de visão. Exemplo disso é a diferença entre o líder e o chefe, em que o líder olha,vê e capitula o que está ao seu redor, enquanto que o chefe tem uma visão voltada para o seu universo, centralizando suas decisões e exigindo resultados conforme a sua vontade.
*²APARTIR de uma percepção acurada do todo da organização ou do grupo o gerente baseia suas atitudes, levando em conta informações, relacionamentos, situações e pessoas, reiterando tanto as suas competências como as de seus gerenciados.
Por Valéria

Valores e Grupos de Alto Desempenho
   Dentro das Organizações, e na sua gerência outros fatores contribuem para o seu bom andamento como os Valores, e os Grupos de Desempenho. Em relação aos valores eles são tudo que determinam escolhas e decisões. Os valores são os pilares que sustentam uma organização. Uma organização que valoriza as competências individuais de seus colaboradores, que valoriza a satisfação interna e externa, que reza pela honestidade, confiabilidade e disciplina tem uma chance muito maior de se tornar longeva no mercado.
   Já em relação aos Grupos de Alto Desempenho o principal fator para que os mesmos aconteçam é a interação entre os membros do grupo, onde as suas diferenças sejam resolvidas pelos membros do próprio grupo. Nesse contexto considera-se um Grupo de Alto Desempenho duas ou mais pessoas que interagem entre se de forma que cada uma influencia e é influenciada pelas demais, que se identificam umas com as outras, interagem , tem papéis interdependentes e compartilham normas comuns, influenciando o desempenho e o resultado final de uma missão.
Os Grupos de Alto Desempenho estão intrinsecamente ligado aos valores ,são formados por uma diversidade de  profissionais e  histórias que se respeitam ,levando em conta o alto grau de responsabilidade  no desempenho de  diversas funções.Exemplo as  escuderias da Formula I.
Por Andreza.
Valorização da diversidade
   A valorização da diversidade dentro das organizações deve ter como princípio básico a busca pela inovação e a mudança do Comportamento Organizacional, com a quebra de padrões pré- estabelecidos onde haja uma miscigenação nas formações e nos históricos de seus colaboradores, como fonte de renovação desse comportamento. Hoje, essas diferenças agem de forma positiva na visão, na apresentação de idéias e nos pontos de referências das tomadas de decisão. A diversidade estimula a criatividade no que concerne ao atendimento para vários segmentos do público externo e até mesmo do interno de uma organização. A organização como um todo deve se comprometer com essa mudança, quebrando os paradigmas das hierarquias, das relações inter-raciais, dos  valores obsoletos, deixando livres seus profissionais respeitando e analisando suas competências  sem protecionismo.Trata-se não somente da isenção das diferenças, mas também da aceitação e do aprendizado tirado das mesmas.
   A Valorização da Diversidade exige do gerente habilidades como: controle emocional (percepção, atitude. valores), empatia, o saber ouvir, dar e receber feedback (interação  com os grupos de alto desempenho).Essas  habilidades aliadas  a um propósito de aceitação faz com que  a diversidade seja geradora de novos  conhecimentos, ampliando o campo de visão da organização.Exemplo:O Google.
Por Conceição
   Ainda no campo  da diversidade, organizações com diversidade cultural cultivam aspectos  diferenciais das pessoas de seu time com uma fonte de força e criatividade. Uma organização eficazmente diversificada destaca-se na concorrência. Colaboradores de uma organização não  se comportam como soldados de um exército, ou seja, não praticam suas ações ao simples comando de uma ordem geral.Um bom gestor deve se ocupar em desvendar o ser  humano que está por trás do profissional. Daí a necessidade de mudanças constantes, onde  chefes do tipo;profeta , pit-bull, mala-babão e garganta não sobrevivam no mercado de trabalho.
Por Elizabeth
Mudanças e Questões Atuais
    Para que haja mudança numa organização deve-se primeiro mudar sua cultura, inicialmente deve-se considerar o gerente como o principal agente de mudança, o que não exclui a responsabilidade de cada colaborador. O gerente serve de modelo, por estar num posto de comando, por isso deve estar apto a identificar e enfrentar as situações, tais como  resistência  , garantia do sucesso e da credibilidade da organização após a mudança concretizada.Nesse caso as mudanças com o pessoal de uma organização são menos aceitas e mais difíceis de serem instaladas, daí o gerente não  deve ter  só o conhecimento prático ,e acabar se tornando um verdadeiro coach (apoiando , aconselhando, orientando e treinando seu pessoal) , ou seja ,envolvendo as pessoas  num processo constante de revisão da mudança.
   Nos dias de hoje o Comportamento Organizacional é uma variante de grande importância tanto para o gerente, como para o colaborador. Alguns assuntos como: questões relacionadas com a inovação, temporariedade, interação humana, desempenho, diversidade, globalização, mudanças, novas estruturas e opções de carreira, são discutidas pelo todo da organização garantindo uma longevidade da mesma e *³uma mudança no comportamento de cada grupo ou indivíduo que passa agir com um corpo humano, e não como um membro solto de um contexto. Exemplo: Dakota e endomarkenting.
 Por Deyse

Vídeos relacionados.
*¹TEMPOS modernos, parte I, Charles Chaplin, Yultube.
* ²CULTURA e Comportamento Organizacional, Yultube.
*³CONQUISTANDO o Impossível, Yultube.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Valorização da Diversidade

Psicologia Organizacional


       Por  Conceição Galvão
   A valorização da diversidade dentro das organizações deve acontecer juntamente com a abertura para a inovação. Essa inovação determina a quebra de padrões pré- estabelecidos, onde as diferenças de históricos e formações agem de maneira positiva na visão hierárquica da organização, apresentando idéias e referências pouco comuns. A diversidade estimula a criatividade no que concerne o atendimento a vários segmentos tanto do público interno como do externo e é um trabalho conjunto que exige do gerente habilidades sociais tais como: o controle emocional, a empatia, o saber ouvir, dar e receber feedback.Essas habilidades  aliadas a um propósito comum  de aceitação faz com que a diversidade seja geradora de novos conhecimentos e consequentemente melhore o alcance das metas estabelecidas  e melhores resultados.E para que este processo seja continuamente renovado é necessário que o gerente mantenha  permanente apoio às equipes aconselhando, orientando e treinando como um verdadeiro coach.
   A organização como um todo deve ter o comprometimento dessa mudança, fazer com que esses profissionais trabalhem livremente, sem podá-los, sem usar de protecionismo e sim avaliando suas competências. Trata-se não somente da isenção das diferenças, mas também da aceitação e do  aprendizado tirado das mesmas.